Uma ação protocolada pelo PDT junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe à tona uma possível reconfiguração das cadeiras parlamentares, com efeitos diretos sobre a composição da bancada do Rio Grande do Norte. O partido questiona a metodologia aplicada ao cálculo das sobras eleitorais e pleiteia que a eventual revisão das normas incida sobre os resultados das eleições de 2026.
O processo, que tramita sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, aguarda uma decisão definitiva da Corte, o que mantém em aberto o cenário para diversos políticos. Entre os nomes mencionados na discussão jurídica está o ex-governador Robinson Faria (PP), que obteve 123.008 votos, mas não alcançou uma vaga na Câmara dos Deputados sob a regra vigente.
A insegurança jurídica sobre o preenchimento dessas vagas reflete o impacto direto das decisões judiciais no exercício democrático, afetando a representatividade conquistada nas urnas. O desfecho desta causa poderá significar a entrada de novos parlamentares ou a manutenção da configuração atual, dependendo do entendimento que prevalecer no plenário do STF.
Em outro eixo da política nacional, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu retirar a discussão sobre a redução da maioridade penal da PEC da Segurança Pública. A matéria passará a tramitar em separado, em um movimento estratégico para contornar divergências entre governo e oposição sobre a responsabilidade penal. Além das pautas legislativas e judiciais, o cenário de preparação para o Enem 2026 foi destaque.
O professor Thiago Antônio, do Colégio Salesiano, reforçou orientações essenciais para a prova de Matemática. Entre as recomendações, destacam-se a gestão eficiente do tempo e a revisão estratégica dos conteúdos de maior incidência, visando oferecer maior segurança aos estudantes na reta final de estudos.
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